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Fotos e vídeos de Fabíola Barros transando com amante no Motel

Fabíola Barros filmada na saída do motel com o melhor amigo do marido, uma bancária está traumatizada com a exposição que vem sofrendo nas redes sociais. A confusão aconteceu no estacionamento de um motel em Betim, na Grande BH.



Se você está a fim de viver um relacionamento, sabe que correrá o risco de ser traída ou de virar a traidora. E romper com os acordos conjugais dói para os dois lados, especialmente quando a questão entra no campo da exclusividade sexual.



É claro que a teoria é mais simplista do que a prática. A infidelidade provoca sofrimento para ambas as partes: a pessoa traída se sente inferior ou com a ausência de algo e a traidora se arrepende, não tem como voltar atrás e trava batalha para reconquistar amor e confiança do companheiro. Os primeiros momentos são os mais difíceis e costumam ser regados de revolta. “Você chora, depois vem a raiva e você procura se vingar a qualquer custo”, contou  o vendedor Filippe Figueiredo. Surge “aquele sentimento de não ser boa o bastante”, acrescentou a recepcionista Marcela Cardoso.


Segundo Figueiredo e Marcela – que já passaram pela situação – saber o motivo da traição vira quase uma obsessão. A psicóloga Marina afirmou ser comum a necessidade de investigar quem é a terceira pessoa na relação, quais são as características dela, o que ela tem a mais e o que o parceiro foi buscar fora do relacionamento. Apesar de todo o sofrimento, os entrevistados pelo Terra perdoariam uma traição.



Perdão e recomeço

“Acredito que na maioria das vezes a parte traída consegue perdoar, se ainda tiver sentimentos pela pessoa”, considerou Figueiredo. Mas o relacionamento só tem continuidade, na opinião do comunicador Gustavo Oliveira, “quando há verdadeiramente o arrependimento e os dois lados querem recomeçar”. Uma conversa sensata sobre o relacionamento é o que vai determinar se vale ou não à pena continuar.



O casal saía do motel no bairro Jardim Piemont quando foi surpreendido por Carlos Eduardo de Andrade e um colega que filmava a cena. Andrade rasga a mão ao dar um soco no vidro e, inicialmente, não queria que o casal deixasse o veículo.



Em seguida, ele arranca a bancária do carro e a agride. Com uma chave de roda, golpeia o capô e os vidros da picape, que fica destruída.


No vídeo, Andrade fala para o amigo Alexandre Rezende que já desconfiava da traição.

— Eu desconfiei o que você foi caçar aquele dia lá na porta. Eu confiava demais em você. Eu esperava qualquer coisa dela, mas de você eu não esperava isso (sic).

A advogada da bancária, Isabel Araújo, disse que a cliente está “sofrendo muito” e “não quer sair de casa”.

— A vida dela está nesse momento exposta publicamente de forma irrecuperável.
Depois de agredir a mulher, Andrade fez ameaças. Desnorteado, ele questiona o fato da mulher ter falado que ia à manicure e foi parar no motel com o amante.

— Vou matar você também. O que você veio fazer aqui? Vai fazer unha?
O casal tem dois filhos pequenos. A irmã da bancária é casada com o irmão do empresário amante, ou seja, os dois são concunhados.

A representante da bancária não quis informar quais medidas serão tomadas, mas lembrou que até a imagem das crianças está sendo exposta.

— Existem medidas de natureza cível, criminal e de natureza que são afetas ao Estatuto da Criança porque as pessoas não estão tendo cuidado que também a imagem dos filhos vem circulando.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, a confusão aconteceu no dia 12 de dezembro. Carlos Eduardo chamou a PM para registrar agressão, mas disse que cortou a mão por causa dos estilhaços de vidro.



A garota não quis denunciar a agressão e o dono do veículo dispensou o registro pelo dano na picape. Como não houve representação, a delegacia da área não vai investigar a briga.





Comentários
9 Comentários

9 comentários:

carlos Henrique disse...

como q alguem so por querer ter visita no blog posta uma merda dessa,essa mulher nua nao e ela,se chama hottie simram,tenha do ne hipócrita.

Henrique disse...

Cara.. Eu acho q é ela sim... Pesquisei no google essa hottie simram que vc disse e não tem nada ver....

JOILMA disse...

Eu acho que na vida estamos sujeito a errar Quem somos nós para falar mal de outra pessoa somos igual

Wellington Machado Teto Machado disse...

A construção social de Geni: sobre Fabíola, traição e gozo feminino

Agredida ao sair do motel na companhia de outro homem, Fabíola tornou-se um rosto conhecido nas redes sociais. Menos por ter sido violentamente sacudida por seu marido diante de uma câmera, sob os alaridos histéricos de um amigo voyeur, e mais por ter dito ao marido que ia fazer unha e, ao contrário, ter entrado num motel. Esta história viralizou na forma de memes, posts e piadas machistas. Fabíola teve a vida devassada e foi julgada de uma a outra ponta do país. O vídeo de sua agressão foi postado pelo próprio marido e replicado, a seguir, um sem-número de vezes, como uma espécie de apedrejamento virtual em praça pública.
O que impressiona é que se fosse homem, o assunto não levantava esta celeuma toda. Uma coisa privada vira assunto de interesse público em minutos - talvez menos pelo vídeo que vazou ou pelo prazer da fofoca com o alheio e mais pela oportunidade do linchamento social (da mulher). Fosse o homem a trair, o assunto cairia no lugar-comum das banalidades quotidianas. Não, não me venham com esta de que homens e mulheres são julgados de forma igual em casos como este. Não são. Também não me venham com esta de que a vingança do macho é justa. Nada justifica a humilhação pública. Nem de homens, nem de mulheres. Mas é preciso ter em conta que, no caso das mulheres, parece haver um gozo social perverso neste tipo de exposição.
Fabíola não estava sozinha. Ao seu lado, um homem, também casado, fazia parte da cena. Seu nome não ganhou o mesmo destaque, a não ser pela alcunha - entre divertida e abonadora - de "gordinho-da-saveiro". Quando falam de Léo é quase como se lhe dessem um tampinha nas costas ou uma piscadela de aprovação. Mas Léo é casado, tanto como Fabíola. Só que isto não parece ser importante na interpretação social do cenário. Léo é jocosamente associado à performance sexual, à virilidade, e não faltam relatos de como ele escapou de maiores conseqüências, com o perdão da mulher e os planos de uma viagem aos Estados Unidos. A história de Léo tem final feliz, como convém aos vilões simpáticos (sic) com os quais acontece uma identificação. Do outro lado da cena, uma mulher é traída pelo marido, mas isto não merece nem uma nota de rodapé nos relatos. Ninguém foi filmar Léo, bater nele ou humilhá-lo publicamente. Já o nome de Fabíola, este foi esfregado no chão, alçado à condição de sinônimo da mulher que engana e trai. Fabíola virou Geni. Boa de apanhar, boa de cuspir.

Texto de Gicele Pontes, Promotora de Justiça em Sergipe.

Unknown disse...

Não é ela no vídeo

barbosa silva disse...

Hoje as mulheres tem o mesmo direito do homem experimentar algo diferente e que satisfaça seus desejo tanto homem e mulheres tem curiosidade de ver como funciona uma relação extra

hilgo pereira disse...

Quando vc levar chifre so seu amor perdoa ele pois o seu texto fará sentido quando for com você e nao com os outros 😀

juninho silva disse...

Nao e a hottie seu demente

juninho silva disse...

Outra puta que trai o marido ou namorado

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