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Marido perdoa Fabíola e grava video comovente, minha familia é tudo superar é preciso! Te amo Fabi

Marido faz desabafo comovente na internet, Publiquei na raiva quem nunca errou? FINAL FELIZ

Fabíola Barros filmada na saída do motel com o melhor amigo do marido, uma bancária está traumatizada com a exposição que vem sofrendo nas redes sociais. A confusão aconteceu no estacionamento de um motel em Betim, na Grande BH.

Se você está a fim de viver um relacionamento, sabe que correrá o risco de ser traída ou de virar a traidora. E romper com os acordos conjugais dói para os dois lados, especialmente quando a questão entra no campo da exclusividade sexual.

Quando os dois conseguem superar o sofrimento e começar do zero, a traição leva ao crescimento e evolução do casamento”, disse ela. Mas para chegar à etapa, só com arrependimento verdadeiro do parceiro infiel e diálogo.



É claro que a teoria é mais simplista do que a prática. A infidelidade provoca sofrimento para ambas as partes: a pessoa traída se sente inferior ou com a ausência de algo e a traidora se arrepende, não tem como voltar atrás e trava batalha para reconquistar amor e confiança do companheiro. Os primeiros momentos são os mais difíceis e costumam ser regados de revolta. “Você chora, depois vem a raiva e você procura se vingar a qualquer custo”, contou  o vendedor Filippe Figueiredo. Surge “aquele sentimento de não ser boa o bastante”, acrescentou a recepcionista Marcela Cardoso.


Segundo Figueiredo e Marcela – que já passaram pela situação – saber o motivo da traição vira quase uma obsessão. A psicóloga Marina afirmou ser comum a necessidade de investigar quem é a terceira pessoa na relação, quais são as características dela, o que ela tem a mais e o que o parceiro foi buscar fora do relacionamento. Apesar de todo o sofrimento, os entrevistados pelo Terra perdoariam uma traição.

Perdão e recomeço

“Acredito que na maioria das vezes a parte traída consegue perdoar, se ainda tiver sentimentos pela pessoa”, considerou Figueiredo. Mas o relacionamento só tem continuidade, na opinião do comunicador Gustavo Oliveira, “quando há verdadeiramente o arrependimento e os dois lados querem recomeçar”. Uma conversa sensata sobre o relacionamento é o que vai determinar se vale ou não à pena continuar.


Cada casal leva um tempo diferente para digerir a traição, perdoar e recomeçar do zero. “O tempo para a estabelecer a confiança, então, é ainda maior. A pessoa que traiu vai ter que lidar com perguntas e pulga atrás da orelha do parceiro”.

O casal saía do motel no bairro Jardim Piemont quando foi surpreendido por Carlos Eduardo de Andrade e um colega que filmava a cena. Andrade rasga a mão ao dar um soco no vidro e, inicialmente, não queria que o casal deixasse o veículo.



Em seguida, ele arranca a bancária do carro e a agride. Com uma chave de roda, golpeia o capô e os vidros da picape, que fica destruída.



No vídeo, Andrade fala para o amigo Alexandre Rezende que já desconfiava da traição.

— Eu desconfiei o que você foi caçar aquele dia lá na porta. Eu confiava demais em você. Eu esperava qualquer coisa dela, mas de você eu não esperava isso (sic).

A advogada da bancária, Isabel Araújo, disse que a cliente está “sofrendo muito” e “não quer sair de casa”.

— A vida dela está nesse momento exposta publicamente de forma irrecuperável.
Depois de agredir a mulher, Andrade fez ameaças. Desnorteado, ele questiona o fato da mulher ter falado que ia à manicure e foi parar no motel com o amante.

— Vou matar você também. O que você veio fazer aqui? Vai fazer unha?
O casal tem dois filhos pequenos. A irmã da bancária é casada com o irmão do empresário amante, ou seja, os dois são concunhados.

A representante da bancária não quis informar quais medidas serão tomadas, mas lembrou que até a imagem das crianças está sendo exposta.

— Existem medidas de natureza cível, criminal e de natureza que são afetas ao Estatuto da Criança porque as pessoas não estão tendo cuidado que também a imagem dos filhos vem circulando.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, a confusão aconteceu no dia 12 de dezembro. Carlos Eduardo chamou a PM para registrar agressão, mas disse que cortou a mão por causa dos estilhaços de vidro.



A garota não quis denunciar a agressão e o dono do veículo dispensou o registro pelo dano na picape. Como não houve representação, a delegacia da área não vai investigar a briga.

R7




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